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Internet trouxe para a sociedade um encurtamento nas distâncias mundiais,
fazendo com que a informação se dissipe de maneira mais rápida e o mais longe possível.
Os processos de comunicação entre povos que em outros tempos se dava através de
cartas, telégrafos, telefones, ou tinha um custo muito alto, ou demandava muito
tempo, hoje se dá em milésimos de segundo com apenas um “enter”.
Apesar do envio rápido de informações através de
e-mail e aplicativos de bate-papo, até o fim do século XX, uma ideia ainda não podia
ser massificada na mesma velocidade que uma correspondência eletrônica fosse
repassada, talvez pelo usuário não possuir muitos contatos, por exemplo. Isso mudou
com o surgimento das redes sociais, na rede mundial de computadores, juntamente
com as funções de hipermídia que reúne não somente textos como também imagens,
sons, vídeos e quaisquer outras informações que venham possuir sua
representação no formato digital.
Com as redes sociais, Facebook, Twitter, Pinterest,
e outros, deu a usuário o poder de apresentar suas ideias a uma grande plateia
e receber de forma muito rápida os comentários de seus leitores de diferentes níveis
sociais, com diferentes formações acadêmicas, ou seja, a função de crítico ou
formador de opiniões, que antes era desempenha de forma quase que exclusiva por
jornalistas, hoje pode ser pelo José que mora na rua Sem Nome, número 10.
Porém essa facilidade pode ser benéfica na medida em
que bons formadores de ideias aparecem com intuito de construção de uma
sociedade mais humana ou muito perigosa quando usuários, de forma egoísta,
produzem pensamentos que levam a fragmentação da população contida nas redes
sociais e consequentemente a sociedade como um todo. Caberão, então, aos usuários
e aos administradores das redes sociais mecanismos de inibição dessas ideias
que trazem um processo de regressão dos hábitos de socialização criados no
decorrer da evolução dos povos, conquistando assim, mais um espaço para difusão
de boas ideias.
