sexta-feira, 18 de maio de 2012

Internet domiciliar no Brasil



       De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, cerca de 33% da população brasileira dispõe de acesso à internet em suas casas e quase 50% dos moradores usam banda larga. Isto leva o Brasil ao 63° lugar numa avaliação de 154 países quanto ao número de usuários com conexão a internet em domicilio.

       Como base de dados para realização deste estudo, foi usado o Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), traçando um mapa do uso da internet nas casas dos brasileiros. São Caetano do Sul, no estado de São Paulo, foi a cidade que apresentou o maior índice, entre os municípios brasileiros, de acesso a internet domiciliar, com 69%. Em contrapartida a cidade de Aroeiras, no Piauí, mostrou zero por cento nas conexões residenciais. Isso vem confirmar as diferenças abissais presente no Brasil. Desigualdades sociais e as grandes distancias existentes no território nacional são alguns dos fatores que impendem o nivelamento de acesso domiciliar a internet no país.

      Mas há outros fatores que influenciam estas diferenças, a falta de conhecimento para o manuseio da internet leva também a contribuir para o não crescimento dos acessos. Um exemplo disso é o bairro de Copacabana. Conforme Marcelo Neri, coordenador da pesquisa, diz que apesar de ser um bairro rico, possui um número muito grande de idosos vivendo nesta região e não tem o hábito de utilizar computadores e internet.

       Dos acessos a internet via banda larga, 46,92% da população acessa em suas casas este serviço. Em seguida vêm os centros públicos de acesso pago (35,11%). Acessos no trabalho correspondem a 31%, acompanhados da casa de amigos e parentes (19,7%) e instituição de ensino (17,5%). As conexões públicas gratuitas representam 5,52% da população. De acordo com as regras da pesquisa, os pesquisados puderam escolher mais de uma opção de acesso.

Leia também:

http://robsongvieira.blogspot.com.br/
http://gruposunfortium.blogspot.com.br/
http://tutorialpsi.blogspot.com.br/ http://gruoposigma.blogspot.com.br/
http://www.epsilonti.blogspot.com.br/
http://fortiumzeta.blogspot.com.br/
http://gamma8a.blogspot.com.br/
http://iotamultimidia.blogspot.com.br/
http://g5developer.blogspot.com.br/
http://galphamultimedia.blogspot.com.br/
http://sismulti.blogspot.com.br/
http://kappa8a.blogspot.com.br/
http://grupobetamultimidia.blogspot.com.br//

terça-feira, 24 de abril de 2012

Redes Sociais


A Internet trouxe para a sociedade um encurtamento nas distâncias mundiais, fazendo com que a informação se dissipe de maneira mais rápida e o mais longe possível. Os processos de comunicação entre povos que em outros tempos se dava através de cartas, telégrafos, telefones, ou tinha um custo muito alto, ou demandava muito tempo, hoje se dá em milésimos de segundo com apenas um “enter”.
Apesar do envio rápido de informações através de e-mail e aplicativos de bate-papo, até o fim do século XX, uma ideia ainda não podia ser massificada na mesma velocidade que uma correspondência eletrônica fosse repassada, talvez pelo usuário não possuir muitos contatos, por exemplo. Isso mudou com o surgimento das redes sociais, na rede mundial de computadores, juntamente com as funções de hipermídia que reúne não somente textos como também imagens, sons, vídeos e quaisquer outras informações que venham possuir sua representação no formato digital.
Com as redes sociais, Facebook, Twitter, Pinterest, e outros, deu a usuário o poder de apresentar suas ideias a uma grande plateia e receber de forma muito rápida os comentários de seus leitores de diferentes níveis sociais, com diferentes formações acadêmicas, ou seja, a função de crítico ou formador de opiniões, que antes era desempenha de forma quase que exclusiva por jornalistas, hoje pode ser pelo José que mora na rua Sem Nome, número 10.
Porém essa facilidade pode ser benéfica na medida em que bons formadores de ideias aparecem com intuito de construção de uma sociedade mais humana ou muito perigosa quando usuários, de forma egoísta, produzem pensamentos que levam a fragmentação da população contida nas redes sociais e consequentemente a sociedade como um todo. Caberão, então, aos usuários e aos administradores das redes sociais mecanismos de inibição dessas ideias que trazem um processo de regressão dos hábitos de socialização criados no decorrer da evolução dos povos, conquistando assim, mais um espaço para difusão de boas ideias.